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França inaugura a primeira estrada com painéis solares do mundo

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Uma pequena cidade francesa na região da Normandia estreou nesta semana o uso da primeira estrada do mundo equipada com painéis solares. A intenção de Tourouvre-au-Perche é gerar energia o suficiente para que não seja preciso usar métodos adicionais para fornecer eletricidade para os postes de energia locais.

O trecho de estrada equipado com a tecnologia tem uma extensão total de aproximadamente 1 quilômetro, construído ao custo de US$ 5,2 milhões (R$ 17 milhões). A iniciativa deve servir como um teste (com duração de dois anos) para que soluções semelhantes possam ser aplicadas em outras partes do país.

O objetivo da iniciativa é garantir que os painéis, que são recobertos com uma camada protetora para lidar com o tráfego diário de aproximadamente 2 mil veículos, gerem energia suficiente para iluminar as ruas da cidade de 3,4 mil residentes. Antes de a tecnologia ser implementada no local ela foi testada em quatro estacionamentos ao redor da França pela empresa Colas, parte do grupo de telecomunicações Bouygues.

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Esta lâmpada se acende com a força da gravidade e não requer rede elétrica

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Por:

28 de maio de 2015 às 10:02

Cerca de um bilhão de pessoas vivem sem eletricidade, e elas frequentemente fazem uso de lamparinas de querosene – uma maneira perigosa e cancerígena de produzir luz, que pode, inclusive, transformar uma casa inteira em cinzas. Uma nova campanha do Indiegogo quer oferecer uma maneira segura e reutilizável de produzir luz que não exija nenhuma fonte de alimentação.

Chamada de GravityLight 2, ela mais se parece com uma daquelas lanternas que funcionam com uma manivela. Mas, em vez de girar a manivela por dez minutos para produzir luz, a GravityLight é alimentada pela gravidade.

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Ele consiste em uma polia pendurada no teto. E é simples de usar: você levanta um peso de mais ou menos 10 kg (pedras, areia ou o que quer que seja) por uma corda, soltando-o quando ele atingir o topo. Com a força da gravidade, o peso desce devagar, movimentando uma engrenagem que produz energia e ilumina uma luz LED. Quando o peso chega ao chão, é só repetir o processo. A luz pode durar de 20 a 30 minutos para cada ciclo.

Lâmpadas à base de querosene, além de produzirem uma fumaça perigosa, não são nada baratas: a equipe do GravityLight diz que elas chegam a consumir até 30% de uma renda familiar. A GravityLight, por sua vez, custa menos de US$ 10.

A campanha está especificamente buscando ajudar famílias de países em desenvolvimento que não têm acesso à eletricidade, com atenção especial às famílias do Quênia, país no qual eles esperam criar empregos com a produção local de GravityLights.

Faltando um mês para se encerrar, a campanha do Indiegogo arrecadou metade do seu objetivo de US$ 199.000 para tornar a GravityLight uma realidade. Ano passado, a equipe conseguiu financiar um modelo beta da lâmpada, que foi testado em mais de 30 países. Mas este modelo brilha mais e é fácil de usar, a iluminação dura por um período maior e a lâmpada se acende enquanto é carregada. Quer ajudar? Faça sua doação aqui.

Conheça o estacionamento para bicicletas mais avançado que garagens para carros

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4 de junho de 2015 às 11:15

Ciclistas de todo o mundo estão acostumados a sentir inveja da infraestrutura holandesa para bicicletas. Quer dizer, basta olhar para esta ponte. Ai, ai. Agora, Delft está mostrando seu mais novo estacionamento para bicicletas — e a tecnologia empregada nele é muito avançada.

Um vídeo publicado pelo Citylab apresenta a recém-construída Estação Ferroviária Central de Delft. Você pode ir direto da ciclovia, do lado de fora da estação de trem, para a garagem subterrânea – onde você vai encontrar um lugar “incrivelmente espaçoso” que pode comportar até 5.000 bicicletas.

Elas ficam em racks automatizados que sabem quando você guarda sua bicicleta e quando a retira, além de saber quantos espaços estão livres em cada fileira.

Os racks em si têm dois andares, e possuem assistência hidráulica para que você coloque facilmente sua bike no nível superior. Além disso, há uma loja que vende itens como tubos e luzes, e um mecânico que pode ajudar com problemas mais graves.

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Também chama a atenção como o estacionamento é integrado ao resto da infra-estrutura. Os arquitetos da nova estação ferroviária, do escritório Mecanoo, criaram uma estratificação bem pensada dos sistemas de trem, bicicleta e caminhada, que conecta vários modos de transporte em uma pilha vertical.

Outro detalhe bacana é o mapa de Delft que cobre o teto da estação, um pouco como as constelações de água-marinha que são uma marca do Grand Central Terminal, de Nova York. Saiba mais: [Bicycle Dutch; Citylab]

Este pequeno robô dobrável se destrói sozinho depois de cumprir seu trabalho

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Por:
4 de junho de 2015 às 15:36

Não satisfeitos em terem criado o robô Cheetah que pode correr e pular sobre obstáculos sem o auxílio de cabos e a uma velocidade surpreendente, pesquisadores do MIT também desenvolveram um “robô origami” incrivelmente pequeno, que não apenas se dobra, como também anda, nada e se autodestrói quando o trabalho estiver feito e ele não for mais necessário.

O robô pequenino, feito de ímãs e pedaços de PVC sobrepostos entre camadas de poliestireno ou papel, pode passar por todo o seu ciclo de vida sem a necessidade de nenhum tipo de conexão ou cabo.

Quando a estrutura plana é posicionada em um local aquecido, as camadas de PVC se contraem, fazendo com que elas se dobrem em um formato predefinido envolto a um ímã. O ímã cúbico de neodímio, preso dentro do robô dobrável, serve de motor.

Quando exposto a um campo magnético oscilante externo, o ímã começa a vibrar internamente. E graças ao design não-compensado do pequeno robô dobrável, ele pode andar — ou se mover para frente, pelo menos — com seu pequeno conjunto de pernas.

Ele também pode ser conduzido pela água, e pode até mesmo flutuar caso o campo magnético seja forte o suficiente. E uma vez completo o seu objetivo, ele se dirige a um tanque de acetona, onde tudo menos o ímã será completamente dissolvido. O estudo completo está disponível neste link.

O robô dobrável pode um dia se tornar uma valiosa ferramenta para espiões, assim que os pesquisadores descobrirem como adicionar sensores dentro dele. E se feito ainda menor, ele provavelmente poderá ser usado dentro do corpo humano, efetuando tarefas médicas antes de ser direcionado ao estômago, onde o corpo o destruiria naturalmente. [IEEE Spectrum]

Foto de capa: Evan Ackerman/IEEE Spectrum

Avião do futuro tem cabine transparente

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Fonte: http://todosabordo.blogosfera.uol.com.br

Especialistas da Airbus criaram o projeto do que seria um avião do futuro, tendo como referência o ano de 2050. O Concept Plane (Avião Conceitual), que você pode conhecer no vídeo acima, reúne tecnologias ainda não desenvolvidas, que, potencialmente, podem transformar a experiência do passageiro.

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Um dos pontos mais chamativos dessa aeronave virtual é a possibilidade de a fuselagem – de estruturas biônicas – ficar transparente ao longo do voo, proporcionando a vista de um avião “conversível”.

As poltronas não apenas reclinam, como podem girar em torno de si mesmas, para que os passageiros consigam apreciar diferentes ângulos da vista aérea. Elas também contam com abas para isolamento acústico individual.

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As TVs de entretenimento a bordo são substituídas por telas em holograma, o que representa uma economia de peso e espaço. Funcionariam com a energia proveniente do calor do corpo dos passageiros, armazenado pelas poltronas.

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Uma sala multiuso, no centro da aeronave, pode ser convertida em mapa interativo, área de conferência, bar ou sala de jogos, de acordo com a necessidade. Outro item que chama a atenção no vídeo é que a bagagem de mão se organiza sozinha – basta colocá-la em uma esteira ao entrar na aeronave. Todo o mobiliário da cabine seria feito de materiais recicláveis e autolimpantes.

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O Concept Plane é um exercício criativo, a projeção de um futuro ideal. Não há, ao menos por enquanto, nenhuma iniciativa para colocá-lo em prática.

 

Cientistas produzem chip de computador feito a partir de madeira

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Por:
Fonte: http://gizmodo.uol.com.br

Estamos mais próximos de produzir gadgets biodegradáveis: o chip de computador na imagem acima é feito quase que inteiramente de celulose.

Cientistas da Universidade de Wisconsin (EUA) se juntaram ao Laboratório de Produtos Florestais do Departamento de Agricultura dos EUA para produzir um novo chip semicondutor. O estudo sobre ele foi publicado na Nature Communications.

A maioria dos chips de computador são compostos por uma camada de “suporte” que serve de base. A equipe de pesquisa substituiu essa camada de suporte de material não-degradável por algo chamado de nanofibrila de celulose (CNF), que é flexível, feita à base de madeira e biodegradável — tudo o que pode tornar um dispositivo bem menos nocivo.

“Estes chips são tão seguros que você pode colocá-los em uma floresta e fungos irão desintegrá-los”, diz o professor Zhenqiang Ma, líder da equipe. “Eles são tão seguros quanto fertilizantes.”

Um dos obstáculos encontrados pela equipe foi o fato de a madeira se expandir e contrair dependendo da umidade que ela absorve do ar. A solução é banhar o CNF com resina epóxi, uma substância que deixa o CNF mais resistente à água. E além de afastar a umidade, a camada de resina também torna o CNF mais flexível.

O resultado é um “chip verde” sustentável que é mais barato e menos tóxico que outros materiais atualmente utilizados na produção de eletrônicos.

Toda ajuda é bem-vinda para evitarmos encher cada vez mais aterros com nossos celulares velhos —  especialmente quando produtos químicos danosos presentes em chips de computador, como arsenieto de gálio, podem vazar para dentro do solo. Talvez essa tecnologia possa nos guiar para, digamos, celulares inteiramente feitos à base de madeira, criando uma nova era de dispositivos eletrônicos ecologicamente corretos.

A maioria dos celulares, tablets e outros dispositivos eletrônicos são feitos de materiais não-biodegradáveis e tóxicos ao meio ambiente. Além disso, gadgets se tornam obsoletos rapidamente, fazendo com que os usuários troquem seus modelos atuais cada vez mais rápido. Mas com estes chips à base de madeira, talvez estejamos projetando um futuro com menos produtos danosos ao meio ambiente. [ScienceDaily]

Foto por University of Wisconsin

Tomada de janela que funciona com energia solar

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Fonte: Awareness-time

Essa é uma forma excelente de diminuir sua conta de luz e melhor ainda, você pode levá-la para onde quiser.  À medida que o mundo vai se tornando mais sustentável, várias pessoas estão tentando criar novas formas de energia, mais eficientes e mais sustentáveis ao mesmo tempo em que poupa dinheiro. Os designers Kyuho Song e Boa Oh inventaram uma nova forma de usar a energia em qualquer lugar do mundo, apenas com a luz solar.  Embora já sejam usados os painéis solares, a portabilidade dessa tomada é incrível. Eles a chamaram de “plugue na janela” e funciona apenas colocando a tomada em uma janela para que a luz solar entre em um conversor que a transforma em energia elétrica. A ideia ainda é só um conceito, mas nós esperamos que ela esteja em nossas prateleiras no futuro.

Você quer correr realmente rápido?

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Fonte: Awareness

Desde pequeno, Keahi Seymour admirava animais que tinham a capacidade de correr em altas velocidades. Ele queria ter a mesma capacidade, mas como? Seymour então desenvolveu a BionicBoot, uma super bota que aumenta sua força e a sua velocidade. Com a Bionic Boots você pode chegar a aproximadamente 40 km/h.

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Usain Bolt, o homem mais rápido do mundo, alcançou a marca de 44 km/h

Seymour ainda disse que só vai parar quando conseguir alcançar realmente a velocidade dos animais mais rápidos do mundo.

Eu testei uma perna biônica, e agora quero usá-la para sempre

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Fonte: http://gizmodo.uol.com.br
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10 de julho de 2013 às 20:16

Imagine que uma pessoa acabou de fazer cirurgia no joelho. Ou está se recuperando de uma fratura. Ou, pior ainda, sofreu um acidente vascular cerebral, ou esclerose múltipla, ou danos na coluna ou sistema nervoso. Recuperar o poder de caminhar é uma experiência bastante difícil, e pode ser impossível sem depender de uma muleta, um corrimão ou um fisioterapeuta. A AlterG Bionic Leg – vinda direto de um futuro sci-fi – pode ser a resposta. Nós testamos.

Não é a primeira vez que falamos sobre a AlterG, uma empresa menos conhecida pelo público. Ela produziu um cinto criado pela NASA, usado na recuperação de lesões, que diminui em até 80% o peso que impacta os joelhos de atletas. A Bionic Leg, no entanto, é ainda mais incrível.

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Pela descrição da empresa, este é “o primeiro exoesqueleto robótico vestível e móvel para fisioterapia dos membros inferiores”. Com ele, os pacientes podem usar suas pernas como faziam antes da lesão.

A Bionic Leg fornece assistência motorizada para estender a perna (endireitando seu joelho): ou seja, ela age quando você se levanta depois de ficar sentado, quando você anda, e ao subir escadas. Ela também fornece resistência na flexão (dobrando seu joelho): por isso, ela entra em ação quando você se abaixa para sentar, ao agachar, ou ao descer escadas.

Por exemplo, uma pessoa com a perna ferida normalmente sobe um lance de escadas começando com a perna boa, apoiando-se nela, e trazendo a perna ferida ao degrau. Então eles usam a perna boa novamente e repetem o processo. Com a AlterG Bionic Leg, você não precisa fazer isso. É possível subir escadas com um pé após o outro, deixando os motores fazerem a maior parte do trabalho no membro lesionado – mas lentamente devolvendo força e controle para recuperá-lo.

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Como funciona

Você se senta, e um clínico prende o dispositivo na sua perna. Ele é volumoso e intimidador, mas sua rigidez vem das placas de fibra de carbono, e ele pesa apenas cerca de 3,5 kg (a próxima versão vai pesar só 3 kg). Ele é ajustável para caber praticamente em qualquer perna, e em três minutos ele estará totalmente instalado. No entanto, o componente que faz isto ser um avanço não vai na sua perna – ele vai no seu sapato.

A palmilha fina com quatro sensores de pressão é colocada direto no seu sapato – pode ser qualquer um – e é ligada ao restante da perna. São esses sensores que permitem à perna reagir com base no movimento que você quer fazer. Em outras palavras, a pressão que seu pé aplica nos sensores, junto ao esforço feito por seu joelho, diz à perna biônica se você quer se levantar, andar, subir uma calçada, ou sentar. Ela processa essa informação tão rápido que as reações parecem instantâneas, como se a perna biônica estivesse lendo sua mente.

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Na parte superior da máquina há uma pequena tela LCD com alguns botões ao redor. Você coloca seu peso e, em seguida, há quatro parâmetros que podem ser ajustados:

  • Limiar: controla a porcentagem do peso corporal necessária para ativar os motores. Ele pode ser configurado entre 5% e 50% do peso do paciente. Em outras palavras, um homem de 80 kg pode configurá-lo para 25%, e os motores auxiliares só se ativam ao sentirem 20 kg de pressão. Esse número pode ser ajustado de acordo com o andamento da reabilitação, para que a perna real continua a levar a carga que aguentar.
  • Assistência: é simplesmente o quanto os motores ajudam o paciente a estender a perna. Ele pode ser configurado entre 0% e 80%. À medida que a pessoa melhora, esse número será diminuído para que ela use mais a perna.
  • Resistência: é quanta resistência a perna biônica oferece durante a flexão (sentando, descendo escadas etc.). Ela pode ser definida como baixa, média ou alta e, essencialmente, vai evitar que um joelho fraco entre em colapso de forma imprevisível.
  • Limitador de extensão: provavelmente seria usado apenas por alguém com uma lesão direta no joelho ou perna. Por exemplo, se você fez recentemente uma cirurgia no joelho e não deve estender totalmente o joelho, os motores só fazem você chegar a um certo grau de extensão. Basicamente, isto salva você de si mesmo.

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    Vale notar que esta Bionic Leg não serve para uma perna totalmente paralisada. Como o acionamento é desencadeado pelo movimento da sua perna e pela pressão do seu pé, você deve ter pelo menos algum controle sobre ela. Mas, pelo lado positivo, isso significa que a Bionic Leg não precisa de quaisquer controles manuais, e imita melhor o movimento natural.

    Tudo isto funciona com uma bateria interna, para que não haja fios limitando a sua mobilidade. Quer entrar e sair do seu carro para praticar? Sem problemas. Isto também significa que um fisioterapeuta pode levar a Bionic Leg para a casa de um paciente, para que ele ou ela possa se acostumar a subir aquela complicada escada em espiral.

    Usando

    “O QUE É ISSO?!” foi a minha primeira reação, logo seguida por “Eu nunca, em toda a minha vida, senti algo assim”, seguido então por “Eu. Sou. Robocop”. Mesmo com apenas 30% de assistência, eu me senti estranhamente poderoso. Subir escadas era chocantemente fácil, assim como sentar e levantar. A parte mais incrível, porém, foi ver que a perna biônica respondia quase tão rapidamente quanto minha outra perna. Era tão sensível que realmente parecia ser uma parte de mim.

    Uma das primeiras coisas que você nota são os sons robóticos proeminentes que os motores fazem. Mas veja só: a AlterG consegue deixar os motores muito mais silenciosos, só que os fisioterapeutas e pacientes preferiam motores mais audíveis. Isso fornece feedback em tempo real para eles, para saber quanto do movimento vem dos motores, e quanto vem da perna do paciente. E sim, isso definitivamente me faz sentir ainda mais como Robocop.

    A Bionic Leg, no entanto, não é rápida. Eu tive fantasias de correr na rua como o Homem de Seis Milhões de Dólares e até fazer um chute a gol mas, infelizmente, a perna tem velocidade máxima de apenas 3 km/h. Ela foi feita para reabilitação física de baixo nível, então isso é muito bom; mas nós continuaremos sonhando com futuras versões que permitam a você correr ou, pelo menos, andar mais rápido.

    Nota: Os pacientes que usam a AlterG Bionic Leg devem usar calças, tanto por razões de conforto e higiene. Eu não sabia disso antes, e eu só tinha shorts para fazer a demonstração.

    Presente e futuro
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    Dois estudos (reconhecidamente pequenos) foram realizados nos EUA usando a Bionic Leg com pacientes que sofreram AVC. Ambos os estudos concluíram que os pacientes tiveram melhorias significativas na marcha, equilíbrio, velocidade e desempenho funcional. Eles também concluíram que pacientes que usaram a Bionic Leg eram mais propensos a manter essas melhorias bem depois do tratamento acabar, quando comparados aos pacientes que usaram formas mais tradicionais de reabilitação. Isso é ótimo.

    Atualmente, existem apenas cerca de 80 pernas biônicas da AlterG nos EUA, espalhadas por todo o país. Elas estão sendo usadas ​​com grande sucesso em diversos pacientes, que sofreram desde lesões traumáticas de joelho a doenças degenerativas. Ela custa cerca de US$ 40.000, mas pode ser alugada por US$ 700 a US$ 1.000 por mês, dependendo de quanto ela será usada. Obviamente, estas são ferramentas para especialistas em reabilitação, mas a AlterG agora está aumentando a produção, por isso espero que esses dispositivos se tornem cada vez mais comuns em locais de reabilitação por todo o mundo.

    Esse foi o mais próximo que eu já estive de ser um super-herói. E esse é o melhor tipo de avanço que existe. [AlterG Therapy]

    Vídeo por Michael Hession.