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Lendária civilização perdida é encontrada embaixo de uma floresta em Honduras

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br
Por:
Kelsey Campbell-Dollaghan
5 de março de 2015 às 8:49

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A Cidade do Deus Macaco. “La Ciudad Blanca”, ou A Cidade Branca. Estes são nomes dados à lendária cidade perdida que teria existido em uma floresta intocada em Honduras – e National Geographic encontrou evidências de que ela realmente existiu.

Uma expedição retornou esta semana de uma localização remota — e secreta — de Honduras, onde não foi só confirmado o rumor da existência da cidade, mas de uma civilização inteira. Uma civilização tão nova aos arqueólogos que ainda nem recebeu um nome. É uma descoberta incrível; mas antes de entrarmos em detalhes, vamos dar uma olhada no histórico do local.

O que é a Cidade do Deus Macaco?

Por muito tempo, ela foi só um rumor: uma cidade perdida localizada dentro de uma floresta em La Mosquitia, na costa leste de Honduras. Ela vem sendo procurada há centenas de anos por exploradores. Dizem que a cidade era formada por uma comunidade pré-colombiana de tamanho e riqueza consideráveis, e que existiu 1.000 anos antes de Cristo. O apelido “Cidade do Deus Macaco” se originou de um explorador americano que afirmou ter ouvido o nome de habitantes locais durante uma expedição.

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Por que ela nunca foi encontrada?

Em primeiro lugar, a área onde a cidade se encontra é incrivelmente remota. Assim como diversas florestas tropicais, ela é um território inóspito para exploradores, especialmente para aqueles que não sabem o que estão procurando – mas os supostos avistamentos continuaram.

A alegação mais famosa sobre a cidade veio de um homem chamado Theodore Morde, cuja descoberta — não confirmada — foi noticiada pelo New York Times nos anos 1940, como pode ser visto na imagem acima.

Mas também existiram muitas outras alegações notáveis. Em um livro sobre a expedição de Morde, chamado Jungleland: A Mysterious Lost City, a WWII Spy, and a True Story of Deadly Adventure, o autor Christopher Stewart enumera algumas:

Em 1928, em um voo sobre a América Central, Charles Lindbergh avistou uma série de ruínas brancas — “uma incrível metrópole antiga”. Anos depois, o antropólogo W.D. Strong alegou ter encontrado diversos artefatos abandonados próximos à bacia de um rio e que, durante os seis meses de expedição, ouviu “muitas histórias sobre ruínas arqueológicas”. Não muito depois, S.J. Glassmire, um engenheiro de mineração e garimpeiro de ouro do Novo México, anunciou que havia encontrado uma cidade perdida com “13 quilômetros quadrados” e “pedras de calcário desmoronando”.

Por décadas, pareceu que a Cidade do Macaco de Ouro permaneceria para sempre uma história de rumores sem fundamentos.

Então o que mudou?

Bem, a tecnologia mudou. Graças ao LIDAR, que mede distâncias iluminando um alvo com um laser e analisando a luz refletida, arqueólogos podem ver a Terra de formas completamente novas. Para gerar um modelo 3D bastante preciso da superfície da Terra, a tecnologia envia feixes de laser a partir de um avião, passando pela folhagem da floresta e qualquer forma de vida.

Em um artigo para a New Yorker em 2013, Douglas Preston — quem inclusive escreveu o artigo da National Geographic desta semana — acompanhou uma equipe que usava o Lidar na área que supostamente deveria abrigar a cidade perdida, e testemunhou a revelação de imagens detalhadas de pilares e piramides construídos pelo homem. É uma evidência bem real de uma cidade perdida e, conforme explicou Preston, terá enormes implicações em como os arqueólogos entendem as civilizações pré-colombianas:

Antigas teorias diziam que o solo das florestas tropicais da América Central e do Sul era pobre demais para acomodar grandes populações, e aquelas áreas poderiam suportar apenas pequenas tribos de caçadores. Mas aparentemente, a Floresta Amazônica já abrigou sofisticadas civilizações agrícolas que desmataram enormes áreas para construir vilas, cidades e uma rede de ruas e canais.

Embora a cidade tivesse finalmente sido descoberta pelo ar, ela ainda precisava ser confirmada em terra.

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Uma explicação sobre o funcionamento do lidar pela USGS.

Abaixo da terra?

Sim, um expedição retornou semana passada à área identificada pelo Lidar, e trouxe consigo 52 artefatos enterrados no solo, além de materiais de terraplanagem. Ah, e um homem-jaguar:

O objeto mais marcante a ser retirado do solo é a cabeça do que Fisher especula ser um “homem-jaguar”, possivelmente a representação de um xamã em estado de transformação espiritual. Alternativamente, o artefato talvez tenha relação com jogos de bola que eram presentes na vida pré-colombiana na Mesoamérica.

A National Geographic enviou Preston e o fotógrafo Dave Yoder na expedição que trouxe uma série de fotos e textos sobre as descobertas. Aparentemente, o número de construções era tanto que fez a equipe acreditar serem diversas cidades, ao invés de apenas uma:

Era definitivamente uma cidade anciã. Arqueólogos, no entanto, não acreditam mais na existência de uma única “cidade perdida”, ou Ciudad Blanca, como descrita pelas lendas. Eles acreditam que Mosquitia abrigava muitas “cidades perdidas”, que, quando juntas, representam algo muito mais importante — uma civilização perdida.

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Foto de Dave Yoder, usada com permissão da National Geographic

E agora?

Bem, conforme Preston explica, a maior dificuldade agora é proteger a cidade de ladrões e do crescente desmatamento. Uma vez que a cidade esteja protegida, começará o processo de catalogar e estudar as ruínas.

É incrível como o advento da tecnologia ajudou a descobrir uma civilização perdida inteira: apenas imagine quais outras cidades perdidas e histórias irão emergir, conforme o lidar e outras tecnologias se tornam cada vez mais comuns para os arqueólogos.

Leia o artigo na íntegra aqui.

Foto de capa por Dave Yoder, usada com permissão da National Geographic

 

 

No meio do deserto da Arábia Saudita, uma tumba construída na rocha chama atenção

Fonte: http://virgula.uol.com.br/
Por João Vicente

Atualizado em 5/04/2015

Qasr al-Farid é uma tumba encravada numa rocha gigantesca no nordeste desértico da Arábia Saudita. Conhecida como “Castelo Solitário”, a construção de quatro andares data do século I a.C.

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O Castelo faz parte do Mada’in Saleh, um sítio arqueológico com mais de 130 tumbas semelhantes. A região é considerada um Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO desde 2008.

Escultura incomum de mais de 2.300 anos é descoberta no Egito

mundo-13-jan-2015-001Arqueólogos suecos descobriram no Egito uma escultura mural pouco comum de mais de 2.300 anos representando o deus sol Amon-Rá e o deus escriba Tot, informou o ministério das Antiguidades.

“As esculturas que associam as duas divindades, o deus Amon-Rá e o deus Tot, são pouco comuns”, indicou à Ali al Asfar, funcionário do departamento encarregado do Alto Egito.

Segundo ele, a escultura pertence ao período situado entre 1085 e 335 antes de nossa era.

A escultura mural foi descoberta em uma pedreira ao norte de Assuan, de onde se originaram as pedras para a construção dos mais importantes templos do Antigo Egito, em particular o complexo de Karnak e o templo de Luxor”, afirmou o ministro de Antiguidades, Mamduh al Damaty em um comunicado.

A equipe de arqueólogos da Universidade de Lund também descobriu uma escultura mural que representa a saída de dois obelisco da pedreira e que pode ser da época da rainha Hatshepsut, da dinastia XVIII (1508-1458 antes de nossa era), já que existe uma cena similar nas paredes do templo da rainha, perto de Luxor.

Igualmente foram descobertas na pedreira as casas dos operários da época faraônica esculpidas na pedra.

Fonte: www.uol.com.br

Atlântida é aqui: mergulhadores italianos acham minério utilizado na cidade perdida

Por

Reza a lenda, quando a cidade de Atlântida afundou para nunca mais ser encontrada, levou junto todo o orichalcum do mundo. Trata-se de uma composição de metal mítica, quase um mithril da vida real, que na época só perdia em valor para o ouro.

Pois não é que agora um grupo de mergulhadores italianos encontrou 39 barras de orichalcum num antigo naufrágio.

O naufrágio onde foi encontrado o minério estava a apenas 300 metros do litoral de Gela, na Sicília, e a 3 metros de profundidade. O navio afundou há mais de 2.600 anos, provavelmente quando chegava à Itália vindo da Grécia ou Ásia Menor.

O orichalcum era minerado em ilhas míticas e cobria o interior do templo de Poseidon em Atlântida. Na realidade, cientistas especulam que ele era feito a partir de uma mistura de bronze, zinco, cobre e carvão – composição próxima à observada no material descoberto na Itália.

Fonte: www.uol.com.br

 

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Conheça a cidade subterrânea que já abrigou mais de 20 mil pessoas

Localizada na Capadócia, Derinkuyu foi construída 85m abaixo do nível do solo e possuía uma infraestrutura completa para suportar até 100 mil habitantes. A cidade que é datada de 1,8 mil a.C. era formada por 20 andares subterrâneos Quando se fala em Capadócia, na Turquia, logo se pensa em suas formações rochosas inconfundíveis mescladas com […]